As feias estão perdoadas.
Regina Maria José, por escolha.
Anália, por benção de Deus.
A todas as Fátimas e todas
Teresas.
Anna Emilia e Patrícia, pela educação.
Cristina Prata, aniversário de ontem e companheira.
Dona Geralda, da republica até hoje.
Eremita, Margarida, Maria Alves, Regina e Lourdes, da republica da vinte e seis.
Daniela e Gabriela, pela candura divinal.
As tristes e às morenas.
Às mulatas e as fazendeiras.
Gabriela, Milena e Renata, afilhadas.
Michele, Tânia, Carla.
Meg e Hilda, pelo exemplo.
Maria e Su;amigas sim.
Vera e Chamisse, pela poesia.
A Flor.
A Leila pela dedicação em ajudar os outros.
Irmã Roseli, Mama mia, Irmã Santina de Araraquara.
Tais e Carol, corações novos a respirarem comigo.
Simone aos pouquinhos também começa a respirar.
Bruna afilhada querida. Maria Antonia, zia di Bruna.
Magda e Vilma. Lucy e Regina. Valéria e Lygia.
(Valéria, que protege Gregório, Bimbinho e Victor.)
Adriane Angélica, Paula e Fernanda incondicionalmente.
Sofia e Silvana. Pela beleza e lindeza dos traços faciais.
Ana Cecília e Vitória, já declamadas, pela belesura estrema.
Pela Luiza, Lelê, Ana Paula, Bia, Beatriz Maria e seus descendentes até oitava geração.
Pela Viviane Araújo.
Pelas gregas todas.
Pela Lia de Andrade Junqueira, que vê com seus dedos e ensina outras assim.
As do Ibitu e de Alberto Moreira.
À Maria de Fátima, que na fé se ampara.
Claro:- Denise, Mariana e Laura.
Por Xantipa, esposa de Xenofonte.
Por Teresa, de Lisieux.
Bete, Maria Helena, Creusa, Dona Rosa, Rutinha, Wanda, Deise, Mariana, Renata, Solange, Joana, Dona Inês e a Márcia, mãe da Carol.
Mônica, Carol, Isabela e Érica, Raquel, Silvana e sua mãe Márcia.
As mulheres que povoam nossas mentes e nossos corações gratos por elas terem existido e perfumado o mundo e os caminhos por onde passamos e por onde rimos e sofremos, onde nos tornamos pais e amigos e irmãos.
Ao tempero e ao sabor que as mulheres deram aos alimentos que nós nos alimentamos e crescemos e aos sucos que batem para refrescar nossas vidas nessa terra onde se faz cada vez mais calor. Às formas das curvas do corpo de uma mulher, espelhado no corpo de todas elas.
Ao batom que usam e tornam o sorriso do mundo mais bonito, mesmo aquelas mais teimosas que não usam batom apenas por não se lembrar. Não esquece a cervejinha e acaba esquecendo o batom.
Aos brincos que a amiga usa.
Amigo leitor, penso que o alcance só será perfeito se nos lembrarmos das chatas e das que cospem ao falar, mas para todas, uma oração as fará estarem certas de meu agradecimento pela existência, a partir da costela do Adão, das mulheres.
Pelas vivas concentro especial e unicamente uma redobrada atenção, para representar o abraço universal em Dona Lais Monte Karp.
Muito especial.
Obrigado e que Deus proteja a todas as mulheres.
Só não posso perdoar as que mentem, mas lhes peço paz.
Horacio Antonio, Cronista que procura patrocínio ao livro.